Aquela foi uma manhã de sábado movimentada para o pastor. Acordou cedo, revisou a Lição da Escola Sabatina e o sermão. Em seguida, pegou as chaves, saiu às pressas e acelerou.
No trajeto, irritou-se com o trânsito. Afinal, tantas pessoas nas ruas em um sábado de manhã poderia atrasá-lo para a igreja. “Para onde toda essa gente vai?”, pensou. De repente, um carro entrou à sua frente. Ele freou bruscamente, ergueu o punho e gritou com o motorista.
Por fim, o pastor chegou à igreja. Quando se levantou para conduzir o estudo da lição e percorreu a classe com os olhos, parou num rosto conhecido: era o motorista com quem ele havia se irritado 20 minutos antes.
Mais tarde, apresentaram aquele motorista.: ele não era membro da igreja e estava visitando familiares. O pastor lembrou, mais uma vez, que cada interação – com conhecidos ou estranhos – precisa ser permeada pelo amor que vem de um relacionamento íntimo com Deus. Nunca sabemos como nossas atitudes, como cristãos, podem impactar outras pessoas.