Adicionado por em 2015-06-20

https://youtu.be/iS2dFGp84Ag

VERSO PARA MEMORIZAR: “Importa que o Filho do Homem seja entregue nas mãos de pecadores, e seja crucificado, e ressuscite no terceiro dia” (Lc 24:7).

Leituras da semana: Gn 3:1-6; Lc 22:39-46; 2Co 13:8; Lc 22:53; Mt 12:30; 1Co 5:14

Desde a infância, Jesus tinha consciência de que viera à Terra para cumprir a vontade de Seu Pai (Lc 2:41-50). Ele ensinou, curou e ministrou tendo o compromisso inabalável de obedecer ao Pai. Então, depois de celebrar a última Ceia, chegou o momento de andar sozinho, de confirmar a vontade de Deus, de ser traído e negado, de ser julgado e crucificado, e de ressuscitar vitorioso sobre a morte.

Ao longo de toda a Sua vida, Jesus soube que a cruz era inevitável. Muitas vezes, nos evangelhos, é usada a expressão “importa que” ou “é necessário que” em conexão com os sofrimentos e a morte de Jesus (Lc 17:25; 22:37; 24:7; Mt 16:21; Mc 8:31;

9:12; Jo 3:14); ou seja: é necessário que Ele vá a Jerusalém; importa que Ele sofra; importa que seja rejeitado; importa que seja levantado; e assim por diante. Nada impediria o Filho de Deus de ir até o Gólgota. Ele classificava como vinda de Satanás (Mt 16:22, 23) qualquer sugestão para que rejeitasse a cruz. Estava convencido
de que precisava “seguir […] sofrer […] ser morto e ressuscitado” (v. 21). Para Jesus, a jornada rumo à cruz não era uma opção; era uma necessidade (Lc 24:25, 26, 46), uma parte do divino “mistério que esteve oculto durante épocas e gerações, mas que agora foi manifestado a Seus santos” (Cl 1:26, NVI).