Certo pastor adventista, preso sob falsas acusações, passou quase dois anos encarcerado. Embora inicialmente perplexo, ele percebeu que a prisão era o campo missionário que Deus lhe havia designado. Quando seus companheiros de cela souberam que ele era pastor, pediram para que pregasse. Ele atendeu ao pedido e distribuiu literatura. Chegou a batizar alguns prisioneiros e realizar a Ceia do Senhor. Ele admitiu: “Às vezes, era difícil realizar o trabalho na prisão, mas tive alegria, especialmente ao ver orações respondidas e vidas transformadas.”
Paulo escreveu os livros Filipenses e Colossenses enquanto estava preso (Fp 1:7; Cl 4:3). Em Filipos, Paulo e Silas foram acusados injustamente. Depois, o carcereiro “prendeu os pés deles no tronco”. À meia-noite, eles “oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam” (At 16:24, 25). Eles sabiam como se alegrar em todas as circunstâncias.
Nesta semana, refletiremos sobre algumas das situações enfrentadas por Paulo. Ele entendeu que havia um propósito maior em tudo o que acontecia; por isso, temos muito a aprender com seu exemplo ao enfrentarmos provações.