Muitos afirmam que a morte é uma parte natural da vida, mas isso é mentira. A morte é o oposto da vida, uma inimiga. Ela não foi criada como parte da vida, assim como a destruição não é o propósito original de um carro. Paulo declarou, de maneira enfática, que Cristo morreu para que “derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte” (Hb 2:14, 15, NVI).
Embora disposto a morrer por Cristo, Paulo tinha confiança em seu propósito. O mais importante para ele era honrar a Cristo, pela vida ou pela morte, e pregar o evangelho ao maior número de pessoas possível. Talvez isso explique por que ele escreveu tantas cartas. Por meio de seus escritos, Paulo conseguiu alcançar muitas pessoas e lugares, incluindo aqueles que ele nunca pôde visitar pessoalmente.
A vida é curta, e precisamos causar o maior impacto possível para o reino de Deus no tempo que Ele nos concede. Parte significativa desse impacto envolve promover a “unidade da fé”. Nesta semana, veremos que essa foi uma das razões mais importantes que levaram Paulo a escrever aos filipenses.